25 de jul de 2010

Vídeo "Estampa Caudilha"

No próximo sábado, dia 31, às 10h, estarei me apresentando no programa Volmir Martins (Band/RS). Confira aqui um trecho do programa, no qual executo a música de trabalho "Estampa Caudilha", acompanhado por Volmir Dutra (gaita) e Diego Lacerda (violão).

21 de jul de 2010

Veja as fotos do programa

Foi um prazer ter estado ontem no programa "Noite Gaúcha", do amigo Jairo Reis. Abaixo seguem algumas fotos.



19 de jul de 2010

Ao vivo no programa "Noite Gaúcha"

Amanhã, terça-feira, participarei do programa "Noite Gaúcha", comandado por Jairo Reis na RÁDIO RURAL AM 1120, de Porto Alegre, das 23h até a meia-noite. Quem não for da região metropolitana, pode sintonizar a rádio através da Internet: www.clicrbs.com.br/rural e da Parabólica: freqüência 4171 Mhz Banda L 0980 Mhz Brasil Sat B1 áudio 6.2*
Para participar pelo msn, adicione noitegaucha@hotmail.com. Aproveito para recomendar que visitem o blog do Jairo.



14 de jul de 2010

Novas músicas para ouvir e baixar

Quem acessar meu perfil no Palco MP3 e no MySpace poderá ouvir e baixar algumas músicas do novo CD. Confira e não deixe de me enviar o seu comentário!

12 de jul de 2010

Gravação do programa Volmir Martins

Na última quinta-feira, estive no programa Volmir Martins (Band) divulgando o repertório do novo CD, que em breve chegará às lojas. Acompanhado por Volmir Dutra e Diego, gravei as músicas Estampa Caudilha e Farrancho. Em breve informo a data de veiculação.



6 de jul de 2010

Letra de "Estampa Caudilha"

Veja a letra da música Estampa Caudilha, nossa música de trabalho:

Declamação:
Num balcão de pulperia no rincão da encruzilhada
Me topei com um pavena desses da venta rasgada
Cortando um naco de tento e bebendo goles de estrada

Melena aparada de cepo
Se gavionando pra andar
Uma bota russilhona
Que range no caminhar
A bombacha de dois panos
Que dá gosto a gente olhar

Chapéu de aba caída
E um pala de gorgurão
O cinto couro de lontra
Fivela de patacão
A faca Chimba de marca
E um bisna marca Nagão

A espora de cravo grande
Templada de aço puro
Tilintava cadenceando
O tranco do pelo duro
Mais entonado que um tigre
Dando bote no escuro

Um mouro passarinheiro
Calçado nas quatro patas
Cola atada canta galo
Aperos de corda chata
E um lombilho castelhano
Cabeça de pura prata

Um rubro ponta franjada
De galopar o barulho
Perguntei donde é que é o taura
Me respondeu do Mangrulho
Lá do interior de São Borja
Terra natal do Getulio